domingo, 17 de janeiro de 2010

Os pobres e as esmolas...

Quando a esmola é muita, o pobre desconfia.

Enfim...
Uma vez mais, sou obrigado a discordar.

Quando a esmola é muita, o mais certo é que quem a está a dar se tenha enganado e confundido o dinheiro.

O ditado deveria ser:

"Quando a esmola é muita, o pobre corre como se não houvesse amanhã de modo a fugir com o dinheiro do desgraçado que teve a infeliz ideia de se armar em parvo e dar dinheiro a uma pessoa (aparentemente) necessitada enganando-se e doando mais do que aquilo que pretendia doar, coitadinho!"

Assim, sim! Assim já faz sentido.

Por isso, já sabem...
Se, alguma vez, um vagabundo passar por vocês a correr, façam-se úteis e passem-lhe uma rasteira.
De seguida, saquem-lhe todo o dinheiro que possua porque de certeza não é dele!

E, mesmo que seja dele, o mais certo é que vá gastar tudo em droga, ao jogo ou em comida.
Ora, toda a gente sabe que os mendigos:
- não sabem distinguir a boa droga da porcaria que por aí se vende misturada com farinha;
- só sabem jogar, e mal, ao burro;
- só compram bolos ou hambúrgueres, que só fazem mal à saúde.
Frutinha e leguminosas, que fazem bem, não comem eles!

Ou seja, seria sempre dinheiro mal gasto e, gastar por gastar, que gaste alguém que tenha o mínimo de cultura.

Portanto, estejam atentos a esses bandidos que por aí andam a pedir e tenham cautela com eles.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Prazo de validade...

Olá amigo leitor!

Já não lia nada escrito por mim há uns dias, verdade? Pois é...
Poderia agora usar a boa e bela piada do “desde o ano passado que…”.

Ah, ah, ah!
A forma como o autor consegue fazer com que o leitor rejubile com uma piada sem qualquer graça, é hilariante, sem dúvida.

Recuperado que está da valente gargalhada proporcionada pelo parágrafo anterior, dou assim por concluída a minha intervenção. Passar bem...

Ah, ah, ah! Estava a brincar!
Eis que o artista repete a façanha e volta a proporcionar mais um belo e singelo momento de humor. De ir às lágrimas de tanto gargalhar.
De facto, estamos perante um verdadeiro artista no que à comicidade diz respeito.

Hoje, quero escrever sobre prazos de validade.
Ora, como o blog é meu e eu é que sei, não tenho de pedir autorização a ninguém.
De modos que... cá vai.

Há uns minutos atrás fui ao frigorífico buscar um iogurte.

A propósito… que raio de palavra! “Iogurte”.
Experimente escrevê-la e perceberá o que digo.

Já está?
Vá lá, que não temos o dia todo…

E então?
Concorda comigo relativamente à palavra “iogurte”?

Se concorda, fico contente.
Se não concorda, tenho a dizer-lhe que é uma vergonha como leitor e, como tal, proíbo-o de continuar a ler o conteúdo deste post e deste blog. Não merece.

Xô! Andor!

Bem, agora que já só estão pessoas de elevado nível a ler, continuarei.

Como estava a relatar, antes de ser interrompido por alguns leitores incultos, fui buscar um iogurte e constatei que o prazo de validade termina hoje, dia 14 de Janeiro de 2010.

Depois de o comer, dei comigo a pensar e a verdade é que este post vai de encontro ao que por mim foi já mencionado num post anterior.
Termina hoje, sim senhora. O carimbo assim o atesta, mas...

A que horas?!

Será à meia-noite? Provavelmente.
Estarão as bactérias-más disfarçadamente escondidas e prontas para atacar à socapa e derrotar os milhões de L casei Imunitass numa batalha épica? Estou em crer que sim.

Parece que já estou a ver…

Ambiente escuro... nevoeiro cerrado... uma música para criar suspense…
De um lado, os 10 000 milhões de L casei Imunitass, vestidos com belas armaduras e empunhando belas e reluzentes espadas.
Do outro, as maquiavélicas e matreiras bactérias-más com vestimenta negra, munidas com paus e algumas navalhas de ponta e mola. Todas ruins!

A faltar 10 segundos para a meia-noite, uma bactéria-má já idosa com apenas 7 olhos, e não 8 que, como é de conhecimento comum, normalmente têm, inicia a contagem decrescente como se um novo ano se aproximasse.
Mais do que um novo ano... Uma nova era....
A Era da Bactéria!

10, 9, 8, 7, 6…
A maioria dos soldados treme de medo…
Uma dúzia deles treme com frio e 4 ou 5 tremem porque já só têm cinco pernas em vez de seis.

5, 4, 3…
O combate promete um chavascal imenso de iogurte…

2, 1…

ZERO!

"Já é dia 15! Arrebenta a bolha!"

A tampa do iogurte opa e pronto. É oficial.
O iogurte está estragado.

Fim.